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1. O que é PPAP?2. O fluxo do PPAP: rascunho → submetido → aprovado3. O que é CEP? Tolerância e limites de controle não são a mesma coisa4. Para o operador: lançar medições5. Cp, Cpk, Pp, Ppk — o que cada um diz?6. O que faz a marca "bloqueadora"?7. FMEA: por que o RPN saiu e o AP entrou?8. Plano de Controle e características especiais (CC / SC)9. A trava do apontamento: as linhas CC e AP-Alto foram medidas?10. MSA (R&R de instrumentos): dá para confiar na medição?11. Auditoria de fornecedor (VDA 6.3) e a classe A/B/C12. Declaração de materiais IMDS, 8D e EDI13. Planejamento multiplanta: MRP por planta e e-Kanban14. Portal do terceirizado (/fason)15. Faseamento no tempo e capacidade da planta: "quando é que falta?"Ajuda › PPAP e CEP
Autopeças: PPAP e CEP
Numa oficina que fornece para uma montadora, duas perguntas se repetem sem parar: "você está aprovado para fabricar esta peça?" (PPAP) e "o seu processo consegue mesmo segurar essa tolerância?" (CEP). Este guia explica os dois do zero.
Vinte minutos no total, para um responsável da qualidade. Se você é operador, basta a seção 4 (lançamento de medições): quatro minutos.
1. O que é PPAP?
O PPAP é a aprovação do cliente que diz "você pode produzir esta peça em série". Produzir em série sem essa aprovação significa que toda a remessa pode ser rejeitada. No HNR, o PPAP é uma aprovação de dossiê: documentos como o plano de controle, o FMEA e o relatório de medição são completados e só então se toma a decisão.
Se a peça não tem nenhum registro de PPAP, nada é bloqueado. A trava só funciona depois que a empresa abriu um registro de PPAP para aquela peça. Ou seja, instalar o módulo não para a produção de uma oficina que não usa PPAP.
2. O fluxo do PPAP: rascunho → submetido → aprovado
- Open a record — part code and revision are mandatory; PPAP is granted to one specific revision of a part.
- List the required documents — control plan, PFMEA, measurement report… Which ones are mandatory varies by customer, so the list is yours to set.
- As documents are completed, mark them "done".
- A manager makes the decision. If even one mandatory document is missing, approval is refused — approval granted with missing paperwork is the single most audited item.
Ao editar um registro de PPAP você não pode colocar a situação diretamente em "aprovado"; a aprovação só vem pela etapa Decisão. Caso contrário a trava perderia o sentido. Uma aprovação vencida também bloqueia — um PPAP fora da validade significa, para o cliente, nenhuma aprovação.
3. O que é CEP? Tolerância e limites de controle não são a mesma coisa
É aqui que todo mundo que vê CEP pela primeira vez se confunde:
- Tolerance is what the customer demands: "the diameter must be between 9.9 and 10.1 mm."
- Control limits are the process's own voice: "your machine naturally produces between 9.98 and 10.02."
- On the chart the tolerance is drawn red and the control limit dashed amber. A point past the amber means the process changed; past the red means the part is scrap.
4. Para o operador: lançar medições
- Production window → SPC tab. Pick the characteristic you measured from the list (part + e.g. "Diameter").
- Type the values into one box, separated by spaces or commas:
9.98 9.99 10.01 10.00 10.02. All five are stored as one subgroup. - If the measurement belongs to a work order, fill in the Work order no box — only then does the stopping gate apply to that order.
- Save. If any value is out of tolerance, the warning turns red and tells you what to do next.
Uma medição ruim não pode ser apagada; registra-se a decisão dela (sucata / retrabalho / concessão / erro de medição) e a justificativa é obrigatória. Uma medição apagada é lida, numa auditoria, como "os dados foram filtrados". Uma vez escrita a decisão — e não restando nenhuma outra medição fora de tolerância em aberto naquela ordem — a ordem de produção se reabre sozinha.
5. Cp, Cpk, Pp, Ppk — o que cada um diz?
| Número | Significado |
|---|---|
| Cp | O melhor que o processo conseguiria fazer. Ignora onde a média está. |
| Cpk | Capacidade mais o desvio do centro. No setor automotivo espera-se ≥ 1,33. |
| Pp / Ppk | O que acontece de fato. Muito abaixo do Cp significa que o processo deriva com o tempo (desgaste de ferramenta, perda de ajuste). |
"Cpk 2,4" a partir de cinco medições não quer dizer nada. A tela não esconde o número, mas coloca uma observação vermelha acima dele: um estudo de capacidade exige no mínimo 25 medições (pelo menos 5 subgrupos num gráfico X̄-R). Esconder o número só levaria o usuário a inventar um em outro lugar.
6. O que faz a marca "bloqueadora"?
Há uma caixa na definição da característica: Bloqueadora. Ela vem desligada por padrão e deve continuar assim — até que o cliente declare aquela cota como crítica.
- Off: an out-of-tolerance measurement is only recorded and shows up in reports. Production does not stop.
- On: if that order has an unresolved out-of-tolerance measurement, the work order moves to stopped and no confirmation can be written. Once the decision is recorded the order returns to its previous state by itself — nobody has to remember to "reopen the order".
- Not measuring at all is not a block. An unmeasured characteristic is only listed as a warning; making measurement mandatory would lock the line in a one-person shop.
7. FMEA: por que o RPN saiu e o AP entrou?
FMEA põe por escrito «o que pode correr mal, qual a gravidade e vamos detetar?». Atribua três números: S, gravidade e efeito no cliente; O, ocorrência e frequência; D, deteção. Os três vão de 1 a 10.
O método antigo multiplicava os três (RPN = S×O×D). Uma falha de segurança com S=10 / O=1 / D=1 dá RPN 10 e parece "baixa". Uma falha cosmética com S=4 / O=8 / D=8 dá RPN 256 e parece "alta". Invertido. Foi por isso que a AIAG-VDA 2019 abandonou o produto: a Prioridade de Ação é uma tabela, não uma multiplicação. O HNR mantém essa tabela no código e nunca deixa você digitar o AP — o mesmo S/O/D não pode gerar duas prioridades diferentes em duas linhas.
- AP High (red): either write an improvement action or write down why no action is taken. HNR will not save a high-priority row with an empty action field.
- AP Medium (amber): an action is expected but not mandatory.
- AP Low (grey): action is optional.
- DFMEA / PFMEA are two different questions about the same part (design and process) and live in separate records; they cannot be mixed.
8. Plano de Controle e características especiais (CC / SC)
O FMEA diz "qual falha pode acontecer"; o plano de controle diz "onde, com o quê, em quantas peças, com que frequência vamos pegá-la — e o que fazemos quando pegarmos". Cada linha tem um plano de reação — é o campo mais deixado em branco e o mais cobrado em auditoria.
- CC (critical characteristic) — a dimension with safety or regulatory impact. HNR will not save a CC row without a link to an SPC characteristic: an unlinked CC is only a label, and the system cannot ask "was it measured?".
- SC (significant characteristic) — affects customer satisfaction or fit; linking is recommended but not required.
- Level: prototype · pre-launch · production. Three plans can sit side by side for one part; the gate only looks at the active one.
- The row list has a CSV button for the shop floor. The PDF design of the traveller card is not part of this round.
9. A trava do apontamento: as linhas CC e AP-Alto foram medidas?
Esta trava só roda quando Ayarlar › Preferências de Produção › CEP está definido como "obrigatório". No modelo Level 1 o CEP vem desligado e no modelo automotivo fica em "recomendado" — ou seja, a trava nunca se abre sozinha em nenhuma empresa.
Com a trava ligada: se a peça da ordem de produção tem um plano de controle ativo, as linhas desse plano marcadas como CC ou ligadas a uma linha de FMEA AP-Alto precisam ter pelo menos uma medição naquela ordem. Sem isso o apontamento não é gravado e a mensagem diz qual característica está faltando e o número dela. Assim que a medição é lançada, a trava se abre sozinha.
Com a trava desligada, a mesma lista aparece como indicador: a caixa "Conferência da ordem" na aba Plano de Controle diz quais linhas CC/AP-Alto estão sem medição, mas não impede nada.
10. MSA (R&R de instrumentos): dá para confiar na medição?
O gráfico de CEP pressupõe que a medição está certa. A MSA testa esse pressuposto: o mesmo operador, medindo a mesma peça duas vezes, encontra o mesmo número (repetitividade, EV)? E dois operadores diferentes encontram o mesmo número (reprodutibilidade, AV)?
- Open a study: device, characteristic, parts × operators × trials (AIAG suggests 10 × 3 × 3). If tolerance is left blank it is taken from the SPC characteristic.
- Fill the grid and press Calculate. The result box shows %EV, %AV, %GRR, %PV, ndc and which base (tolerance or total variation) the percentages used.
- Acceptance: %GRR < 10 accept · 10-30 conditional · > 30 reject, plus ndc ≥ 5. The thresholds are settings (kalite.msa_grr_esik / _iyi / _ndc_alt).
- A number from thin data is not hidden but not presented as reliable: a "LOW DATA" badge sits next to it.
- In an attribute study cells take 1/0; within- and between-appraiser agreement and kappa are computed (≥0.75 accept).
Calibração pergunta "o instrumento está certo"; a MSA pergunta "com este instrumento dá para medir esta tolerância". Medir uma tolerância de 0,01 mm com um paquímetro calibrado passa na calibração e reprova na MSA. Um instrumento com %GRR > 30 é marcado como msa_gecersiz; para que ele seja de fato bloqueado no apontamento é preciso ligar kalite.msa_zorunlu (desligado por padrão). A saída: refazer a MSA do instrumento ou um administrador retirar a marca com justificativa escrita — retirar sem justificativa é recusado.
11. Auditoria de fornecedor (VDA 6.3) e a classe A/B/C
O boletim do fornecedor mede o que aconteceu (quantos documentos, quantas devoluções, quantas NCRs). Já a auditoria julga o processo do fornecedor — um processo ruim pode ainda não ter gerado uma entrega ruim. São registros separados e aparecem lado a lado no boletim.
- Scores follow the VDA scale: 0 · 4 · 6 · 8 · 10. There are no values in between; there is no such thing as "6.5 conformity".
- A 0 or 4 is a finding: it cannot be saved with an empty action field. A low score with no action is the easiest way to make an audit look "done".
- An unanswered question does NOT count as 0 — it stays out of the denominator. The percentage is the percentage of what was audited, and the number of blanks is reported separately.
- Class thresholds are parameters: A ≥ 90, B ≥ 80, below that C (kalite.denetim_sinif_a / _b). VDA's own downgrade rules depend on the customer specification and are not invented here — element percentages are shown separately and the decision is human.
- Question texts are not seeded: the VDA 6.3 catalogue is a copyrighted publication. The P1..P7 element structure is ready; the company enters its own questions.
- A closed audit cannot be edited. To correct it, open a new audit; the old report stays with its date.
Com kalite.satinalma_sinif_kapisi ligado, não é possível selecionar a proposta de um fornecedor classe C nem a de um cujo laudo de auditoria esteja desatualizado (12 meses, por padrão). A saída visível: acrescente sinifOnay à requisição; quem aprovou, qual a classe e quão desatualizada estava ficam escritos como rastro na justificativa da requisição. A trava de remessa para terceirização não faz parte deste pacote, e isso é proposital.
12. Declaração de materiais IMDS, 8D e EDI
- IMDS — what the part is made of (material, CAS number, share, grams) is recorded. The CAS check digit is verified: a wrong CAS silently defeats the restricted-substance scan. For a part with a bill of materials the declaration is rolled up from the components; a component without a declaration is not hidden but listed as "missing declaration" — the number one reason IMDS submissions are rejected. When the ELV (2000/53/EC Annex II) lead/mercury/cadmium/hexavalent-chromium thresholds are exceeded a warning appears; production is not stopped, the exemption call belongs to the engineer. The official IMDS XML is out of scope for this round.
- 8D — no new table was created: the existing NCR/CAPA record already holds half of 8D (root cause = D4, corrective action = D5, closure = D8). The six missing steps were added as columns. An empty step is not hidden; in a report sent to the customer a missing step is the reason for rejection. An OEM-format PDF is for a later round.
- EDI — the customer's order/release message is received as JSON or CSV and its fields are bound to ours through a mapping table the company defines. The message is written to the existing integration ledger and an idempotency key prevents the same message being processed twice. Processing produces an order draft plus a production request; it does not open a work order and does not debit the customer — turning the draft into a real order is a human decision. A line whose part code cannot be resolved is not skipped; it stays as "unmatched". ⚠ The OEM's real EDIFACT/VDA segment schema is not invented before the customer specification arrives; the OFTP2/VAN transport layer is out of scope.
13. Planejamento multiplanta: MRP por planta e e-Kanban
Quando estamparia, solda, cataforese e montagem ficam em prédios diferentes, a frase “temos 500 no geral da empresa” não serve de nada: o material pode estar faltando na montagem enquanto está parado na estamparia. Por isso o MRP ganhou um seletor de abrangência (Produção › barra de Planejamento): Geral e Depósito (ambos são o comportamento atual) e Planta.
- In plant scope, netting sums ALL warehouses mapped to that plant, and demand (open work orders and production requests) is filtered to the same plant. Every factory sees its own shortage.
- Plant membership is not copied anywhere new. It is derived from the warehouse mapping (Corporate › Plant / Warehouse). The only new field is the production request's target warehouse.
- Never a silent “nothing missing” over an empty set. If no warehouse is mapped the plan refuses to run and
MRP_TESIS_DEPOSUZtells you to map one. Sending warehouse and plant together returnsMRP_KAPSAM_CAKISMASI— there is no silent precedence rule. - Requests with no target warehouse belong to no plant; the plan header states how many were left out. You can map them in bulk from the multi-select list on the Corporate › Plant / Warehouse screen.
- Source-plant suggestion: when an item is short and another plant holds a surplus, that plant is shown on the row — an internal transfer is considered before purchasing.
e-Kanban. Para um cartão (código + depósito de origem + depósito de destino), a quantidade de cartões é calculada no servidor: N = ⌈ demanda diária × dias em trânsito × (1 + margem de segurança) ÷ quantidade por contenedor ⌉. O painel lista os cartões cujo estoque disponível caiu abaixo do ponto de reposição. O disparo passa pelo caminho de transferência já existente: aprovação a quatro olhos, a parede da planta e as travas de propriedade continuam valendo — o kanban não pula nenhuma delas.
As três travas vêm desligadas por padrão (Ayarlar › Travas de segurança): depo.mrp_transit_arz (a mercadoria em transferências abertas conta como suprimento no MRP?), depo.kanban_otomatik (o painel apenas sugere ou também abre ordens de transferência?) e depo.kanban_tesis_disi (um kanban entre plantas pode levar a aprovação automaticamente?). Enquanto a última estiver desligada, o kanban entre plantas para com TESIS_TRANSFER_ONAY: um disparo automático não fura sozinho a parede da planta.
A tela de reposição do armazém conta as mercadorias de ordens de transferência abertas como “em trânsito”; o MRP não contava. A diferença podia gerar ordens de compra duplicadas. A opção depo.mrp_transit_arz elimina essa diferença para que ambas as telas apresentem o mesmo número. Enquanto ela estiver desativada, a resposta do MRP permanece idêntica, byte por byte, à atual. Ativá-la exige uma decisão consciente, pois os números do planejamento mudam.
14. Portal do terceirizado (/fason)
O terceirizado não tem conta no HNR e não deve ter: abrir um usuário de ERP para ele é errado tanto do ponto de vista de licenciamento quanto de segurança. Em vez disso usa-se o mesmo padrão dos portais de funcionários e de revendas — tabela de identidade separada, PIN e sessão própria. O endereço é /fason; o nome de usuário e o PIN são definidos pela empresa.
- Only their own records. The supplier sees the subcontract packages, accreditation certificates and audit score tied to their own customer code. Asking for someone else's package returns 404 — a 403 would leak that the record exists.
- Identity is never read from the request. The customer code is stamped from the session on every call; writing a different one into the request body changes nothing.
- The portal creates no stock movement, issues no delivery note and does not change the shipment status. The supplier only reports (ASN number, lot, serial list, measurement report file). The dispatch decision belongs to the HNR user, because the accreditation gate runs there.
- The PIN lock is per user: five wrong attempts lock that account for 15 minutes and another supplier in the same office is unaffected. “No such user” and “wrong PIN” return the same message so account names cannot be probed, while the server log distinguishes them.
- Audit questions are never shared. The supplier sees the score, the A/B/C class and the number of open actions; the VDA 6.3 question catalogue stays with the company.
Existem duas travas em níveis e as duas vêm desligadas por padrão: kalite.fason_portal abre o portal em si (enquanto fechado, o login recebe 403 PORTAL_KAPALI) e kalite.fason_portal_asn abre a escrita (enquanto fechada, o portal é somente leitura). Ler não traz risco; deixar um usuário externo gravar linhas no ERP é uma decisão à parte.
No setor automotivo, o arquivo ASN usa EDIFACT DESADV ou VDA 4913/4987, e esses esquemas não são publicados livremente. Um esquema inventado gera um arquivo que o sistema da montadora rejeita sem aviso. Por isso, o portal registra o ASN nos campos próprios do HNR; quando é necessária uma mensagem de saída, utiliza-se a camada de mapeamento EDI da seção 12, após o recebimento da especificação do cliente.
Guias relacionados: Produção, Corte, Rolos e Instalação, Auditoria e Travas.
15. Faseamento no tempo e capacidade da planta: "quando é que falta?"
Até agora o MRP informava uma única falta total. Um material necessário daqui a seis semanas e outro necessário nesta semana ficavam na mesma linha, no mesmo vermelho; o planejador não conseguia saber pela tela qual comprar primeiro. Quando a trava depo.mrp_zaman_fazlama é aberta, demanda e suprimento são distribuídos em baldes por data de entrega (semanais ou mensais, de 1 a 26 baldes), o saldo acumulado de cada balde é calculado e a data da primeira falta aparece na linha. Ao clicar nessa data abre-se a faixa de baldes: demanda, suprimento e saldo, balde a balde.
Se uma ordem ou solicitação não tiver data de vencimento, seu período é desconhecido. Colocá-la no primeiro período cria uma urgência falsa; colocá-la no último cria uma tranquilidade falsa; excluí-la impede a conciliação com o MRP normal. O HNR não faz nenhuma dessas coisas: a parte com data vai para os períodos, e o restante aparece separadamente como “demanda sem data / oferta sem data”. A regra vale em cada linha: períodos + parte sem data = total do MRP normal. Portanto, a falta mostrada na faixa e a falta total da linha podem diferir. A diferença é exatamente a parte sem data e desaparece quando as datas de vencimento são informadas.
Capacidade da planta. Ao lado do MRP no escopo de planta há o botão “Capacidade da planta” (trava uretim.tesis_kapasite, desligada por padrão). A quantidade restante das ordens de produção abertas é convertida nos tempos de roteiro da lista de materiais (em molde de várias cavidades, ⌈quantidade/cavidade⌉ × tempo), distribuída em baldes conforme o prazo da ordem e comparada com a capacidade em minutos das máquinas ligadas à planta. A qual planta uma máquina pertence é derivada de URT_MAKINE.DEPO, pela planta da política do depósito; não se cria um campo de planta separado no cartão da máquina, porque escrever o mesmo fato em dois lugares significa que os dois vão divergir.
Não são considerados os tempos de preparação dependentes da sequência, o calendário de turnos nem as restrições de operadores e ferramentas; um mês de trabalho equivale a 22 dias e uma semana, a 5. A resposta informa isso explicitamente com kabaPlan:true. O objetivo não é o planejamento com capacidade finita (APS), mas tornar visível o desequilíbrio “estamos sobrecarregados nesta semana e ociosos daqui a duas semanas”. Se nenhuma máquina ativa estiver vinculada à instalação, a capacidade aparece como 0, embora a carga seja real. A tela explica isso em uma faixa de aviso separada; um zero sem explicação pareceria indicar “capacidade de sobra”.